Núcleo de Estudos de Identidades e Relações Interétnicas
  • Publicado em 16/06/2014 às 20:35


  • Alexandra Eliza Vieira Alencar, nova professora da UFSC

    Publicado em 15/01/2021 às 19:08

    Alexandra Eliza Vieira Alencar, nova professora da UFSC.
    Uma das mais antigas pesquisadora do NUER, Alexandra é a nova professora do departamento de Antropologia.

    Ela assume na vaga de aposentadoria da professora Ilka Boaventura Leite, fundadora e coordenadora do NUER.

    Alexandra Alencar é professora do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina e Professora de Danças Afrobrasileiras no Projeto Dança, Educação, Arte e Cidadania do Instituto Estadual de Educação (IEE). Doutora (2015) e Mestra (2009) em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Realizou de 2018 a 2019 Estágio Pós-Doutoral vinculado ao Projeto Direitos Humanos, Antropologia, Educação: experiências de formação em Gênero e Diversidades, aprovado pelo edital CAPES/MEC/SECADI 38/2017 desenvolvido no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC (PPGICH/UFSC). Graduou-se Bacharel em Jornalismo também pela UFSC (2006). Tem experiência na área de produção de vídeos, com ênfase em comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: comunidades negras de Florianópolis, invisibilidade negra e umbanda. É pesquisadora do Núcleo de Identidades e Relações Interétnicas da UFSC (NUER/UFSC), do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades da UFSC (NIGS/UFSC) e do Instituto de Estudos de Gênero da UFSC (IEG/UFSC).

    Bem-vinda!

    http://lattes.cnpq.br/1463037286528609

     


  • 2021

    Publicado em 30/12/2020 às 7:17


  • Lançamento de Livro: 15/12 – 19h30

    Publicado em 14/12/2020 às 15:55

    Acesse o Canal NUER UFSC: https://www.youtube.com/watch?v=knweoszLifU&ab_channel=NUERUFSC


  • DIÁLOGOS NUER: TRADIÇÕES ORAIS AFRICANAS

    Publicado em 02/09/2020 às 17:53


    DIÁLOGOS NUER: TRADIÇÕES ORAIS AFRICANAS


  • Mapeamento Social da Capoeira

    Publicado em 19/11/2019 às 14:43

    O Mapeamento é um processo participativo no qual o movimento social interessado faz seu próprio Mapa. O processo de construção do mapa se apoia em procedimentos de pesquisa e registro de informações e a validação das informações em encontros coletivos para a publicação do que interessa ao grupo, na defesa de seus direitos territoriais e afirmação de identidade.

    Iniciado em 2015, o Mapeamento Social da Capoeira da Ilha de Santa Catarina, foi construído por membros do Fórum da Capoeira com apoio do CEART – UDESC, servindo como um instrumento de reconhecimento dos capoeiras, através da ampliação da visibilidade social e construção de políticas públicas.
    Temos o prazer de apresentar o primeiro boletim, importante documento para a capoeiragem da cidade.
    Estão tod@s convidados!

    PROGRAMAÇÃO

    Dia 18 de novembro às 19:00 no CEART – UDESC – Itacorubi
    Dia 20 de novembro às 18:00 – Roda de Capoeira na Escadaria do Rosário – Centro

    Realização:
    Fórum da Capoeira da Grande Florianópolis
    Programa de Extensão “O Sentido do Olhar” CEART – UDESC


  • Lançamento do livro “Trajano Margarida, poeta do povo” dia 20/11/2019 às 9:30hrs

    Publicado em 19/11/2019 às 14:42


  • Vivência Xirê – Sentidos criados no fazer

    Publicado em 14/11/2019 às 17:19


  • FUNZANA DO NUER 21/11/19 às 18:30hrs

    Publicado em 12/11/2019 às 14:53


  • Seminário “Aspectos morfo-estruturais e performáticos na narrativa oral kongo (Angola)”

    Publicado em 12/11/2019 às 14:40

    O seminário contará com a participação dos pesquisadores Nsimba José e André Cula Bumba, doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Literatura na UFSC e será realizado na quarta-feira (13 de novembro) na Universidade Federal de Santa Catarina. O evento começa às 9h, na sala 321 do bloco B do Centro de Comunicação e Expressão.


  • Estamos com os Guajajara e, junto com eles, vamos seguir resistindo!

    Publicado em 06/11/2019 às 8:45

    A ausência do Estado na proteção das Terras Indígenas no Maranhão e o aumento das invasões destes territórios por madeireiros resultou em tragédia na última sexta-feira, 1 de novembro. Paulo Paulino Guajajara foi assassinado a tiros em uma emboscada de madeireiros na região da Lagoa Comprida, Terra Indígena Araribóia, no Maranhão. Laércio Guajajara, que estava junto com Paulo, conseguiu escapar com ferimentos graves.
    O guardião da floresta, Paulo Paulino Guajajara, morto à tiros dentro de seu próprio território | Mídia Índia
    Paulino era uns dos Guardiões da Floresta, grupo de indígenas Guajajara que atua de forma organizada protegendo seu território de invasões e atividades econômicas ilegais, principalmente extração de madeira. Sua luta era pela floresta, para defender seu território e garantir a sobrevivência dos Guajajara, e também dos Awá Guajá – grupo isolado e extremamente vulnerável, que compartilham o mesmo território.
    Há tempos, Laércio, Paulino e outros guardiões recebiam ameaças. A negligência do governo com os direitos dos povos indígenas e a proteção do meio ambiente, aumenta ainda mais o risco dos guardiões, que defendem seu território com as próprias vidas, por conta da ausência das forças do Estado para o cumprimento da lei. [Saiba mais aqui]
    As invasões de madeireiros na Araribóia vem se agravando muito este ano. O ISA tem produzido boletins mensais de monitoramento de alertas de desmatamento e abertura de estradas clandestinas, os chamados “ramais”. Esse material tem ajudado os guardiões a proteger o território. e também foi compartilhado com autoridades responsáveis. Os índios têm denunciado as invasões na imprensa e às autoridades intensamente, mas pouco foi feito.
    Não podemos permitir que mais sangue seja derramado. É imprescindível que o crime seja investigado, e que os órgãos responsáveis atuem para acabar com essas invasões dentro da Terra Indígena Araribóia. Estamos com os Guajajara e, junto com eles, vamos seguir resistindo.

    O ciclo de violência contra os indígenas precisa ser interrompido. Isso só acontecerá se estivermos unidos, ao lado deles. Junte-se ao ISA, pelo fortalecimento do desenvolvimento de um Brasil em que indígenas fiquem vivos e a floresta fique em pé.

    JUNTE-SE AO ISA!